Repiso a lágrima,
no esforço do pranto fácil.
Pueril esperança,
que afaga um coração que não se cansa.
Razão que se encrespa
no baile do passado vivo,
ao som de tangos fulgurantes,
que reverberam nas noites sem fim;
que dilaceram o que ainda resta de mim.
Poema escrito há meses atrás. Uma homenagem a um amor, que, hoje, posso dizer póstumo.

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